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ORÇAMENTO PÚBLICO: UMA ÓPERA EM SÂNSCRITO?
A extrema burocratização do orçamento, recheado de códigos para enquadramento de receitas e de despesas que não fazem parte do cotidiano da população colabora para transformá-lo numa “ópera em sânscrito”.
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BELÉM: A SAÚDE NA UTI
Diante da reincidente falta de responsabilidade pública no que se refere à saúde da população, Jordy conclama a sociedade paraense a se mobilizar num movimento que atue de forma eficiente na defesa desse direito no Pará e em Belém.
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RETRATOS DO PORÃO
A falência do sistema prisional no Brasil e no Pará se sustenta no avesso da lei. Não está garantido sequer o cumprimento da Constituição, que determina que o sistema prisional deve assegurar o cumprimento de pena em estabelecimentos carcerários de acordo com a natureza do delito, a idade e o sexo do apenado.
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DISCRIMINAÇÃO RACIAL E AS COTAS
A luta pelas cotas raciais, defende Jordy, é justa, uma vez que é negra a maioria de jovens que está fora da Universidade. Segundo o IBGE, em 2006, dos jovens até 25 anos, apenas 8,6% possuíam nível superior e, nesse grupo, 6,9 % eram brancos e 1,7% eram negros, uma proporção que nega a quase eqüitativa distribuição entre brancos e negros na população brasileira.
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AOS TRANCOS E BARRANCOS
Mais uma vez a Prefeitura de Belém é o foco deste artigo. Nele, Jordy afirma que um histórico recente das ações do MPF e do MPE contra a PMB demonstra que a improbidade e a irresponsabilidade são a marca desta administração.
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NOVAS ARMAS, ANTIGA BATALHA
Pelo Dia do Trabalho, Jordy propõe formar, qualificar e remunerar os jovens para exercer atividades no sistema público de acolhimento e apoio à infância e à adolescência, de atendimento e orientação aos idosos, para a recuperação de usuários de drogas, o que pode gerar postos de trabalho a baixo custo e garantir a permanência dos jovens nas suas casas.
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ASSIM NÃO VALE
Jordy analisa o papel da empresa Vale no processo de implantação do Projeto Onça Puma. Para ele, mais uma vez a Vale é protagonista – embora nos bastidores como coadjuvante – de exigências respaldadas em atos legais, mas que refletem a arrogância e o descaso que tem pelo Pará.
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SEM AÇOITE OU PELOURINHO
A moderna escravidão, flagrada pelo Grupo Móvel de Combate ao Trabalho Escravo, onde seres humanos são submetidos a jornadas de trabalho intensas que depauperam sua saúde, são subalimentados, moram em condições infectas e ainda devem ao “gato” ou ao fazendeiro mais do que o suor diuturno da sua vida será capaz de pagar, prescinde do açoite e do pelourinho, mas seus trágicos efeitos são os mesmos: a privação da liberdade e a exploração do trabalho.
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UM GRITO DE ALERTA
Diante das denúncias feitas pelo bispo da prelazia do Marajó, Dom José Luiz Azcona, dando conta da situação degradante de mulheres, crianças e adolescentes no arquipélago, Jordy conclama os poderes Executivo, Judiciário e o Ministério Público a se posicionar.
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ESTE RIO É MINHA RUA
A chegada do inverno e, com ele, a culminância do caos: uma cidade arrasada pelas águas, pelo lixo, pelo transbordamento dos canais. Como em todos os anos, numa cantilena hipócrita, a culpa recai sempre sobre a maré, as chuvas ou a população.
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TRI, SÓ COM PELÉ
A proposição de um terceiro mandato do presidente Lula em pleno regime democrático não é um jogo. Essa proposta, de acordo com este artigo, rompe um conjunto de princípios políticos que fundamentam a República, onde a legitimidade é dada pelo povo e a resultante é o bem-comum.
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RENOVANDO A ESCRAVATURA
Este artigo afirma que a Medida Provisória 410/07, assinada em dezembro pelo presidente Lula e pelos ministros da Previdência, Luiz Marinho, e do Trabalho, Carlos Lupi, induz à legalização da fraude nas relações de trabalho, permitindo o contrato temporário de trabalhador rural.
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MODELO INSUSTENTÁVEL
A situação extrema em Tailândia, onde parte do setor madeireiro opera na ilegalidade, segundo Jordy é um caso de polícia, e o governo do Estado agiu corretamente ao frear a atividade predatória de um segmento do setor que despreza e rompe qualquer padrão de desenvolvimento sustentável.
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ORMINDAS, ENEIDAS, ISAS
Em nome de todas as mulheres trabalhadoras, mães e chefes de família, Jordy relembra, em homenagem pelo Dia Internacional da Mulher, três paraenses importantes da nossa história: Orminda Bastos, professora e jornalista, que encabeçou na década de 20 a campanha pelo voto feminino; Isa, a historiadora Isabel Tavares da Cunha, defensora dos direitos das mulheres e dos direitos humanos no Pará; e Eneida de Moraes, poeta, cronista e jornalista, um patrimônio nacional.
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CIDADE DO VALE TUDO
Diante de inúmeras irregularidades da gestão municipal, a população permanece refém da ilegalidade, do desvio de verbas, da insegurança, mas resiste e reage aos danos permanentes, avançando na organização e na participação, garante Jordy.
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PMB: ESTRANHA AMNÉSIA
No final de 2005, a Prefeitura de Belém adquiriu diversos veículos com recursos federais do SUS/Fundo Nacional de Saúde/FNS, por meio de pregões e contratos. Foram comprados cinqüenta motocicletas e 65 carros destinados à Secretaria Municipal de Saúde, para utilização exclusiva em ações e serviços de vigilância epidemiológica e sanitária.O fim trágico da história todos sabem: 36 motos e 15 carros foram destinados à Guarda Municipal, e o prefeito finge nada saber...
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O DILEMA DE PIRRO E OS CARTÕES
A “crise” dos cartões corporativos está em questão neste artigo e, segundo Jordy, não se reduz ao bate-boca sobre se o gasto foi maior no Governo FHC ou no Governo Lula, mas na eficácia e na legalidade deste esquema.
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A TROPA DE ELITE DA FLORESTA
Paralisar a destruição da Amazônia, segundo Jordy, requer um projeto de desenvolvimento para a Amazônia com investimento maciço em ciência e tecnologia, que amplie e dissemine o conhecimento sobre a floresta e possibilite o seu uso racional, considerando, inclusive, vantagens competitivas no mercado internacional.
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APESAR DE VOCÊ...
A Prefeitura de Belém desorganizou um carnaval que já foi o terceiro melhor do Brasil e só não antecipou a quarta-feira de cinzas devido à garra e à disposição das agremiações e do povo, afirma Jordy neste artigo.
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POBRE PARÁ INFANTIL
Analisando dados do UNICEF, Jordy revela que o Pará ocupa o 23º lugar no Índice de Desenvolvimento Infantil – IDI, sendo um dos piores índices (numa escala de 0 a 1, ordenada do pior para o melhor), com 0,650, superando apenas a Bahia (0,636), o Piauí (0,607), Alagoas (0,576) e o Acre (0,562), entre os estados brasileiros.
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